Técnico pode ter que suspender projectos de investigação
Publicado a 15/02/2012 por admin
O Instituto Superior Técnico (IST) faz um aviso sério ao Governo sobre o impacto da lei de execução orçamental no funcionamento daquela instituição. Em comunicado, o Técnico diz que «está em risco de ter de suspender grande parte da sua actividade científica e de prestação de serviços por um período indeterminado».
Um «bloqueio». É assim que o IST vê a legislação que prevê a proibição de assumir compromissos sem que para tal exista disponibilidade financeira a curto prazo.
Em comunicado enviado às redacções, o Técnico explica que o resultado desta regra será uma maior dependência financeira das transferências do Estado e a perda de capacidade de gerar receitas próprias através de projectos científicos.
«Esta disposição irá limitar ainda mais a capacidade para as universidades desenvolverem actividade científica e de investigação, contribuindo desta forma para a fuga de talentos e a degradação do tecido científico nacional», lê-se no documento enviado às redacções, onde os responsáveis pelo IST afirmam estar em causa uma perda de independência das universidades em relação ao Governo.
«Este bloqueio, que é irrazoável para instituições de ensino superior com significativa actividade geradora de receitas próprias, poderá implicar que o IST perca milhões de euros em projectos angariados em ambiente extremamente competitivo e, de resto, cruciais para o funcionamento da instituição e para a economia do país», alerta a instituição.
Recorde-se que o Orçamento do Estado para 2012 chegou a prever uma cativação das receitas próprias das universidades, mas o Governo acabou por recuar face aos apelos dos reitores que temiam as consequências dessa medida para a situação financeira das instituições que dirigem.

O Instituto Superior Técnico (IST) faz um aviso sério ao Governo sobre o impacto da lei de execução orçamental no funcionamento daquela instituição. Em comunicado, o Técnico diz que «está em risco de ter de suspender grande parte da sua actividade científica e de prestação de serviços por um período indeterminado».
Um «bloqueio». É assim que o IST vê a legislação que prevê a proibição de assumir compromissos sem que para tal exista disponibilidade financeira a curto prazo.
Em comunicado enviado às redacções, o Técnico explica que o resultado desta regra será uma maior dependência financeira das transferências do Estado e a perda de capacidade de gerar receitas próprias através de projectos científicos.
«Esta disposição irá limitar ainda mais a capacidade para as universidades desenvolverem actividade científica e de investigação, contribuindo desta forma para a fuga de talentos e a degradação do tecido científico nacional», lê-se no documento enviado às redacções, onde os responsáveis pelo IST afirmam estar em causa uma perda de independência das universidades em relação ao Governo.
«Este bloqueio, que é irrazoável para instituições de ensino superior com significativa actividade geradora de receitas próprias, poderá implicar que o IST perca milhões de euros em projectos angariados em ambiente extremamente competitivo e, de resto, cruciais para o funcionamento da instituição e para a economia do país», alerta a instituição.
Recorde-se que o Orçamento do Estado para 2012 chegou a prever uma cativação das receitas próprias das universidades, mas o Governo acabou por recuar face aos apelos dos reitores que temiam as consequências dessa medida para a situação financeira das instituições que dirigem.